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Indústria - 30/04/2020

Engenheiro adapta máscaras de proteção respiratória industrial para uso em pacientes com Covid-19

Há cerca de 40 dias, o engenheiro de produção Marco Aurélio Fernandes ficou inconformado ao assistir noticiários sobre a falta de equipamentos nos hospitais do mundo todo para tratar os pacientes contaminados pela Covid-19 - e até imagens de médicos sem outra opção, colocando pacientes dentro de sacos plásticos na tentativa mal sucedida de aumentar a pressão de oxigênio. Engenheiro responsável por uma empresa especializada na manutenção de Equipamentos de Proteção Respiratória (EPRs), ele decidiu adaptar, para aplicação hospitalar, três tipos de máscaras utilizadas por bombeiros/ brigadistas no controle de emergências, quando ocorrem vazamentos com produtos químicos perigosos.

“Estava em Portugal no início de março quando recebi de um bombeiro de lá uma cópia da reportagem veiculada na Itália que informava como um engenheiro ajudou os médicos de seu país ao adaptar uma máscara de mergulho para aplicação hospitalar. Como tenho três pessoas na família com sérios problemas respiratórios, minha preocupação é particularmente maior com essa falta de possibilidades de atendimento pelos hospitais. Por trabalhar com EPRs, decidi buscar no mercado máscaras - reconhecidamente seguras - que permitissem essa adaptação, entre as que utilizamos em indústrias químicas, farmacêuticas e petroquímicas e por bombeiros, para que elas pudessem ser aplicadas no tratamento de oxigenoterapia não invasiva, com pressão positiva em pacientes de Covid-19. E os resultados foram positivos”, informa o engenheiro.

“Como existem vários modelos e marcas de máscaras já aprovados e certificados por vários organismos governamentais nacionais e internacionais, separei aquelas que fossem mais confortáveis, considerando que o paciente não passará horas, mas dias com uma delas no rosto. Outro critério foi um modelo que tivesse uma boa vedação, pois os rostos têm anatomias muito distintas. O terceiro diferencial foi a maior resistência aos procedimentos de higienização e desinfecção”, comenta Marco Aurélio. Assim, chegou a três modelos de rosto inteiro (full face) e uma semifacial. 

Uma delas já foi aprovada em sofisticado equipamento nos testes respiratório e de vedação/estanqueidade (vazamento). O equipamento, chamado de “bancada PosiChek3”, conta com um pulmão mecânico que respira (inalando e exalando) na máscara, simulando o uso por um usuário. “É um dos equipamentos que tenho em minha oficina para testar os EPRs de bombeiros, que precisam estar 100% seguros e prontos para o uso. Este teste está em conformidade com a exigente norma americana da National Fire Protection Association (NFPA)”, garante. Essa máscara já foi encaminhada para aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

redacao@ateliedanoticia.com.br

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