Indústria - 10/03/2010
Medidas de segurança e saúde no trabalho são respeitadas na Coopercaixa
Coopercaixa mantém políticas de segurança no trabalho exigidas pelo MTE e em 10 anos de funcionamento, a média é de um acidente a cada dois anos
A Coopercaixa, Cooperativa Paulistana de Produção de Caixas e Chapas de Papelão Ondulado, vem estabelecendo medidas de segurança que garantem a integridade física e a saúde dos sócios cooperados, em conformidade com as exigências do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), porém acredita que a prevenção é a maneira mais eficaz para assegurar a segurança dos cooperados. “Adotamos critérios como a manutenção preventiva de nossas instalações e equipamentos, treinamento dos sócios cooperados, manutenção dos sistemas de proteção contra descargas atmosféricas e elétricas, além do combate a incêndios com o treinamento de Brigada de Incêndio”, afirma o assessor de segurança da cooperativa, Jorge de Jesus.
Segundo o engenheiro Edison Katsutoshi Abe, responsável pelo controle das licenças de funcionamento e operação da Coopercaixa, a empresa conta também com um sistema de acompanhamento da utilização obrigatório de EPI (Equipamento de Proteção Individual) no interior da fábrica e políticas de saúde. “Toda adesão de sócios cooperados é precedida de uma série de procedimentos médicos. Estamos preocupados não só em cumprir a legislação, mas também em acompanhar a saúde de todos, de forma periódica e constante ao longo do desenvolvimento de suas atividades”.
De oito anos para cá, a Coopercaixa também realiza um trabalho de identificação de todos os resíduos sólidos e líquidos, faz um inventário desse material e os reaproveita para não afetar o meio ambiente. Esta atitude garantiu a conquista da Licença Ambiental emitida pela CETESB. Outra iniciativa foi instalar um Comitê de Segurança, que tem caráter multidisciplinar, que analisa as situações de risco e propõe maneiras de saná-las. A Secretaria Social orienta os líderes das seções e auxilia em ações do dia-a-dia, a fim de prepará-los em casos de risco. “Sabemos que a cada US$ 1 investido em segurança temos um retorno de US$ 4. A vigilância permanente, com o monitoramento e controle, dos riscos e das questões ambientais nos trazem tranqüilidade para dar continuidade no empreendimento”, finaliza Jesus.
Da Redação do Radar Industrial