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Economia - 22/05/2020

Setores de Pet Shops, Agronegócio e Autopeças conseguem reduzir ritmo de perdas na pandemia

As medidas de isolamento social, necessárias para frear a disseminação da pandemia do coronavírus,e o receio de contágio, por parte do consumidor, vêm impactando fortemente os pequenos negócios brasileiros. Uma série de pesquisas realizadas pelo Sebrae que avaliou a perda média de faturamento semanal dos microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas, mostra, entretanto, que alguns segmentos se diferenciam por conseguirem reduzir o volume das perdas, quando comparadas ao universo das empresas. Enquanto, no geral, a perda média semanal (aferida entre os dias 30 de abril e 5 de maio) foi de 60%, setores como Pet Shops e Serviços Veterinários (-35%), Agronegócio (-43%) e Oficinas e Peças Automotivas (-48%) conseguiram frear o ritmo de perdas ao longo das semanas de isolamento.

Por trás desse desempenho, estão alguns fatores, como a flexibilidade para a operação concedida a esses segmentos na maior parte dos estados,as características próprias desses segmentos, que não costumam provocar grandes aglomerações de clientes e as adaptações feitas pelos empresários para tentar aumentar as receitas. É o caso de Júlio César Lopes, dono de um petshop em Itapetininga (SP). Segundo ele, a alternativa para driblar a crise foi implantar o sistema de delivery. Ele afirma que desde que passou a oferecer esse tipo de serviço, a busca aumentou aproximadamente 70% durante a pandemia. “Como as pessoas estão dentro de casa, a preocupação com os pets aumenta. Mas além dos cuidados básicos como banho e tosa, muitos donos de animais têm buscado comprar produtos para entretê-los dentro de casa. Aumentou bem a procura”, contou.

O setor do agronegócio também tem conseguido reduzir o tamanho do impacto econômico usando de soluções inovadoras como a adoção do sistema de delivery, onde os pequenos produtores fazem a entrega diretamente aos clientes e feiras virtuais, por exemplo.  É o caso da produtora Ariante Santos que, diante da perda do mercado de restaurantes, que diminuíram a demanda por seus produtos, decidiu partir para o sistema de entrega em domicílio para o consumidor final. “A conta não chega a fechar 100%, mas tem ajudado muito, principalmente para escoar as coisas, porque a produção continua igual, para garantir que continue tendo os produtos”, explica.

A comerciante Débora Rofato revende orgânicos há 3 anos e meio. No começo, era tudo pela internet, depois montou uma loja em Piracicaba, onde comercializa frutas, verduras, legumes, carnes e produtos processados. “A gente viu que teve um aumento muito grande do delivery, das pessoas querendo receber em casa”, conta Débora. Ela, então, diminuiu o horário de funcionamento da loja física e aumentou em 50% o número de vendas online. Semanalmente são entregues pelo menos 45 cestas.

sebrae@maquina.inf.br

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